domingo, 27 de setembro de 2020

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NATURA PARTICIPA DA CLIMATE WEEK NYC

EVENTO GLOBAL VAI DEBATER QUESTÕES CLIMÁTICAS EMERGENCIAIS; SAIBA O QUE VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER PARA CUIDAR DO CLIMA

 

Entre os dias 21 e 27 de setembro, Climate Week NYC promoverá uma série de eventos  para debater questões climáticas emergenciais. Neste ano, a iniciativa trará temas e reflexões diretamente conectados com os impactos causados da pandemia da Covid-19 e irá explorar as lições que podemos aprender na busca de um futuro carbono zero. 

 

Cerca de 350 eventos ocorrerão em diversas cidades do mundo e serão transmitidos pelo Facebook da Climate Week. A Natura fará parte deste movimento. O CEO da Natura &CO para América Latina, João Paulo Ferreira, contribuirá no Mobilizing New Power for Change, realizado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), focado em direitos humanos e justiça social. Andrea Alvares, vice-presidente de marca, inovação, internacionalização e sustentabilidade da Natura, está confirmada para o Virtual Event for International Press & Influencers realizado pela Natura US.

 

Confira aqui a programação do evento

 

O QUE VOCÊ TAMBÉM PODE FAZER PELO CLIMA?

1. Apoie movimentos e organizações que atuam para proteger a Amazônia. Conheça algumas de nossas entidades parceiras:

Projeto Saúde Alegria: criado em 1987, atua na Amazônia com o objetivo de promover e apoiar o desenvolvimento comunitário sustentável;

 

Instituto Socioambiental (ISA): desde 1994, a organização sem fins lucrativos tem como objetivo propor soluções para questões sociais e ambientais na Amazônia;

 

IDESAM: o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia se destaca pela sua atuação junto a produtores rurais, comunidades tradicionais, ribeirinhas e indígenas.

 

2. Dá para ir a pé? Se a distância for curta, evite o carro. Informe-se também sobre a carona solidária e o uso de biocombustível. O setor de transportes é o que mais causa impactos na qualidade do ar, e a modalidade dos rodoviários é responsável por 90% das emissões de gases poluentes e de CO2 de transporte, de acordo com o Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários.

 

Hoje, a frota estimada no Brasil é de cerca de 36 milhões de veículos, incluindo carros, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas. Para se ter uma ideia, um carro de porte médio rodando trinta quilômetros por dia emitirá em uma quantidade de gases de efeito estufa que necessitaria de 17 árvores crescendo durante 37 anos para absorvê-lo, de acordo com a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).

 

3. Procure gerar menos resíduos e separá-los para reciclagem. Uma boa dica também é adotar uma composteira para os resíduos orgânicos. Quando dispostos em aterros sanitários, os resíduos sólidos que poderiam ser reutilizados, por exemplo, emitem gases de efeito estufa, principalmente metano. A geração desse gás ocorre porque a matéria orgânica presente nos resíduos, em situação de ausência de oxigênio, favorece a ação de bactérias que a decompõem, produzindo o metano – que impacta no aquecimento global. Reciclar materiais como papel, vidro, plástico e alumínio contribui para a economia de recursos naturais, pelo uso de matéria-prima reciclada ao invés de sua extração virgem e a diminuição de gastos com extração de matéria-prima e seu processamento. A produção a partir da reciclagem gasta menos energia elétrica e reduz a emissão de gases de efeito estufa. Comprar produtos feitos com materiais reciclados ou recicláveis ajuda a combater o desperdício e o aquecimento global.

 

4. Seja um consumidor bem-informado. Procure comprar de marcas que tenham outras preocupações para além da eficiência do produto. A embalagem é ecologicamente correta? Há alguma forma de comprar sem gerar tanto lixo depois? No caso de cosméticos, que tal escolher produtos que tenham refil?

 

5. Procure reduzir seu consumo de energia. Evite também água quente para lavar louças e roupas. Busque não utilizar com frequência a máquina de secar roupa. A produção de energia também é uma atividade que gera emissões de carbono. Ainda que no Brasil a maior parte da energia seja hidrelétrica, em um cenário de escassez hídrica, seria necessário utilizar fontes de energia altamente emissoras de carbono, como é o caso das termoelétricas para atender a demanda por eletricidade. Além disso, mesmo a construção de novas hidrelétricas possui impactos ambientais significativos.

 

6. Reveja seus hábitos alimentares. Além de tentar diminuir o consumo de carne, evite também o desperdício de alimentos. A perda e o desperdício de alimento geram de 8% a 10% de todas as emissões de gases de efeito estufa produzidos por seres humanos, de acordo com novo relatório sobre mudanças climáticas. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) adverte há anos sobre a magnitude deste problema: quase um terço de todos os alimentos que produzimos (1,3 bilhão de toneladas por ano) é perdido ou desperdiçado. Ainda de acordo com a ONU, cerca de 38% dos recursos energéticos consumidos pelo sistema alimentar global são utilizados para produzir alimentos perdidos ou desperdiçados. Isso se dá não apenas por ineficiências e limitações nos sistemas de produção e fornecimento de alimentos, mas também durante o consumo. A prevenção da perda de alimentos pode contribuir para reduzir as emissões do setor agrícola, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais e evitando a necessidade de converter terras e expandir a fronteira agrícola.

E O QUE NATURA FAZ PARA CUIDAR DO CLIMA?

Carbono neutro 

Desde 2007, somos uma empresa carbono neutro. Isso significa que compensamos todas as emissões de gases de efeito estufa (GEE) que não podemos evitar. Temos como meta a redução das emissões de CO2 em toda a cadeia produtiva. Além disso, o Programa Natura Carbono Neutro realiza um mapeamento das emissões em toda a cadeia de valor. Com essa iniciativa, já reduzimos 1,1M de toneladas de CO2, o equivalente à poluição gerada por cerca de 193 mil voltas de carro ao redor da Terra.

 

Fomos também a primeira marca de cosméticos a adotar o uso de refis, em 1983. Com essa iniciativa, evitamos anualmente o descarte diário de lixo equivalente à quantidade produzida por 4,7 milhões de pessoas. Na linha Ekos, por exemplo, todas as embalagens plásticas são feitas de PET 100% reciclado. Os refis contribuem para que a emissão de 621 toneladas de carbono seja evitada.

 

Já a embalagem da SOU utiliza 70% menos de plástico em relação a outras embalagens. Desde 2013, quando foi criada, até para 2020, a linha de produtos economizou cerca de 3 mil toneladas de plástico, o equivalente a 104 milhões de garrafas PET de 1 litro. Para produzir as embalagens de SOU, precisamos de cerca de 30% menos tempo em relação aos produtos similares, o que representa 50% menos emissão de CO2 comparada a embalagens convencionais do mercado. O transporte de itens da linha também permite a redução de 60% da emissão de poluentes no meio ambiente. Por ter uma embalagem compacta, um caminhão transporta em média 48 mil unidades. Com embalagens convencionais, este mesmo caminhão transportaria apenas 1.400 unidades.

 

Nós mensuramos e mapeamos todas emissões de poluentes de toda nossa cadeia, desde a extração da matéria prima, até chegar nas mãos do consumidor. Hoje, acompanhando esse processo, buscamos formas de diminuir as emissões desses poluentes, quando, por exemplo, diminuímos a quantidade de folhas na revista. Mesmo assim ainda há emissões, que compensamos com a compra de crédito de carbono. Para 2030 queremos ir além e buscar soluções que nos levem ao carbono zero.

 

Mais beleza, menos lixo

Por ano, cerca de 925 toneladas de plástico reciclado são reutilizadas na produção das embalagens dos nossos produtos, evitando que o equivalente a 31 milhões de garrafas PET de 1 litro virem lixo. Também utilizamos vidro reciclado em nossa perfumaria desde 2015, evitando o descarte de 1,6 mil toneladas de vidro por ano.

 

Em 2019, utilizamos 2,4 mil toneladas de materiais reciclados nas nossas embalagens. Recuperamos também 10,5 mil toneladas de resíduos pós-consumo no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru por meio do Programa Natura Elos e outras 142 mil toneladas de resíduos com o Programa Dê As Mãos Para o Futuro, da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmético). Além disso, assumimos também o compromisso de eliminar embalagens plásticas desnecessárias até 2025 por meio de redesenho, inovação, novos modelos de entrega e reciclagem (saiba mais no Compromissos com a Vida Natura&Co 2030).

 

Em agosto deste ano, também lançamos um programa de logística reversa. A iniciativa permite a troca de cinco embalagens vazias por um novo produto nas lojas próprias da Natura. O objetivo é incentivar o descarte correto das embalagens para reciclagem. Elas serão enviadas para cooperativas parceiras, que darão uma nova vida nova à essas embalagens.

 

Amazônia Viva 

A floresta amazônica é fundamental para impedir o avanço das mudanças climáticas. Seus rios respondem por quase um quinto da água doce que deságua nos oceanos, e a umidade de parte da Bacia Amazônica atinge e regula o clima de países como a Argentina e Uruguai. Uma árvore com uma copa de 10 metros de diâmetro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, tem capacidade de bombear mais de 300 litros de água para atmosfera.

 

Atualmente, contribuímos para a conservação de 1,8 milhão de hectares de floresta em pé. Até 2030, queremos alcançar 3 milhões de hectares conservados, por meio do fortalecimento das nossas ações que visam proteger a Amazônia e contribuir coletivamente para zerar o desmatamento até 2025. 

 

Criamos um modelo de negócios que estimula e fortalece a economia da floresta em pé. A Ucuuba, por exemplo, é uma árvore da Amazônia ameaçada de extinção, por ser muito procurada por sua madeira leve e clara. Quem a derruba, no entanto, não vê que o seu verdadeiro valor está nas sementes. Por meio de estudos, a Natura identificou que a safra anual de uma ucuubeira conservada gera uma renda três vezes maior para as comunidades da floresta do que a exploração madeireira. Isso porque, no lugar da derrubada – que só acontece uma vez e rende entre R$ 10 e R$ 20 por árvore -, a extração de sementes pode ser feita por dez anos, no mínimo.

 

A Ucuuba é um dos ativos vegetais que compramos de comunidades amazônicas e que são usados para a produção de uma das linhas de produtos de Natura Ekos. Os produtos de Ekos possuem certificação UEBT (União para o BioComércio Ético), criado pela ONU. Este selo avalia e confirma a realização do comércio justo, o trabalho de conservação da biodiversidade brasileira e o relacionamento de confiança da empresa com a comunidade,


 => Para compra de produtos da linha Ekos Ucuuba acesse: natura.com.br/consultoria/conci

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